decifrando a vida

 

A carta de um famoso cantor de Rock que se suicidou, revelou sua frustração com a vida e a própria música, pondo também em destaque dois pontos importantes.

PRIMEIRO: A música, sucesso, sexo, viagens, bebidas, drogas podem alegrar, viciar, cansar e até relaxar, porém, podem conduzir à morte. Foi por isto que certo dirigente de um país disse: “A vida é muito curta para gas-tá-la no que não interessa”.

SEGUNDO: Quando Deus fala o que é vida e como obtê-la, Ele não está filosofando, nem tentando lhe impor algo que você não deseja. Porém, é melhor considerar que, quando se trata de vida, Deus é o único que sabe realmente do que está falando.

Muitos pensadores, filósofos e teólogos, trabalharam para definir a vida de maneira que fosse compatível com o entendimento humano. Deus, também define a vida, e diz: “Esta é a vida eterna: que te conheçam, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste. Quem tem o Filho, tem a vida; quem não tem o Filho de Deus, não tem a vida” (Jo 17.3 e 1 Jo 5.12).

Na sua carta de despedida, o roqueiro disse que não podia continuar enganando os outros. Ele afirmou que sua vida não tinha sentido, enfim, deixou claro que ele não tinha vida. Ele disse uma verdade! Ele tinha talentos mas não tinha o Filho de Deus. A vida que não acaba, é algo que só Deus pode dar, porém, Ele não vai derramá-la sobre você. É sua respons-bilidade, a decisão de possuí-la ou não, e isto significa conhecer a Jesus. — MLN
O sentido da vida só é sentido em Jesus.
12 de dezembro
Leitura: João 6.43-59
“Eu sou o pão da vida” (Jo 6.48).

O que a Bíblia diz sobre o dinheiro?

Desejar a riqueza somente para desfrutar de prazeres e luxos, se a riqueza se transformou no objetivo principal da vida, pode afirmar-se que os bens materiais deixaram de ser um bem subordinado, para usurpar na vida o lugar que corresponde a Deus.

De onde vêm as bençãos materiais? A Bíblia diz em Deuteronômio 8:18: “Antes te lembrarás do Senhor teu Deus, porque ele é o que te dá força para adquirires riquezas; a fim de confirmar o seu pacto, que jurou a teus pais, como hoje se vê.”

É possível que o dinheiro nos faça esquecer coisas mais importantes? As riquezas podem se tornar o centro da nossa vida e tomar o lugar de Deus. A Bíblia diz em Jeremias 9:23-24: “Assim diz o Senhor: Não se glorie o sábio na sua sabedoria, nem se glorie o forte na sua força; não se glorie o rico nas suas riquezas; mas o que se gloriar, glorie-se nisto: em entender, e em me conhecer, que eu sou o Senhor, que faço benevolência, juízo e justiça na terra; porque destas coisas me agrado, diz o Senhor.”

O dinheiro pode dar-nos atitudes erradas sobre as coisas materiais. A Bíblia diz em Lucas 12:15: “E disse ao povo: Acautelai-vos e guardai-vos de toda espécie de cobiça; porque a vida do homem não consiste na abundância das coisas que possui.”

A Bíblia diz em Mateus 6:24: “Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar a um e amar o outro, ou há de dedicar-se a um e desprezar o outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas.” O dinheiro pode ser uma bênção, se for bem utilizado, mas pode ser uma grande desgraça quando não se tem uma perspectiva correta sobre os valores do Reino de Deus. Em 1 Timóteo 6:9 Paulo adverte: “Mas os que querem tornar-se ricos caem em tentação e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, as quais submergem os homens na ruína e na perdição.” 1

“A Bíblia não diz que o dinheiro seja o princípio de todos os males, mas sim ‘o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males’ (1 Timóteo 6:10 – BJ). É perfeitamente possível encontrar-se na posse de bens materiais, o que alguns chamaram um ‘substituto da salvação. A pessoa pode pensar que porque é rico pode comprar tudo, que pode livrar-se de qualquer situação. A riqueza pode transformar-se para ele na medida de todas as coisas, em seu único afã, na única arma para enfrentar a vida.

Se alguém deseja possuir bens materiais para obter uma relativa autonomia, para atender a suas necessidades familiares e para poder ajudar ao próximo, está perfeitamente bem; mas se deseja a riqueza somente para desfrutar de prazeres e luxos, se a riqueza se transformou no objetivo principal de sua vida, a razão pela qual vive, pode afirmar-se sem vacilação que os bens materiais deixaram que ser um bem subordinado, para usurpar na vida o lugar que corresponde a Deus.

De tudo isto surge uma verdade – a posse de riquezas, de dinheiro ou de objetos materiais não é pecado, mas é uma grave e séria responsabilidade. Se alguém possuir abundância de dinheiro ou de bens materiais, não deve felicitar-se a si mesmo, antes ajoelhar-se em oração para poder usar suas riquezas tal como Deus quer que o faça.”2

A Bíblia diz em Marcos 10:23-25: “Então Jesus, olhando em redor, disse aos seus discípulos: Quão dificilmente entrarão no reino de Deus os que têm riquezas! E os discípulos se maravilharam destas suas palavras; mas Jesus, tornando a falar, disse-lhes: Filhos, quão difícil é [para os que confiam nas riquezas] entrar no reino de Deus! É mais fácil um camelo passar pelo fundo de uma agulha, do que entrar um rico no reino de Deus.” (…)

O contentamento não depende da quantidade de dinheiro ou posses materiais. A Bíblia diz em Filipenses 4:12-13: “Sei passar falta, e sei também ter abundância; em toda maneira e em todas as coisas estou experimentado, tanto em ter fartura, como em passar fome; tanto em ter abundância, como em padecer necessidade. Posso todas as coisas naquele que me fortalece.”

“Porque onde estiver o teu tesouro, aí estará também o teu coração” (Mateus 6:21). Onde você tem depositado o seu tesouro? Onde está o foco de sua vida? Em quem você coloca toda a sua confiança?

“Mas ajuntai para vós outros tesouros no céu, onde traça nem ferrugem corrói, e onde ladrões não escavam, nem roubam” (Mateus 6:20).

Texto adaptado deste site.

Sintomas! – Palavra de Deus para você

LEITURA: Hebreus 5.11-14

…porque vocês se tornaram lentos para aprender” (Hb 5.11).

Que acontece quando os cristãos “balançam” na fé em Cristo? Quais são os sintomas da deficiência espiritual? Talvez você saiba a resposta, por experiência própria ou por conhecer pessoas assim. A comunidade cristã que foi alvo da Carta dos Hebreus, passava por uma crise espiritual. Embora cristãos, tornaram-se apáticos, lerdos na compreensão do Evangelho (5.11).

 

Esta situação, levou-os em direção a decadência espiritual. Quando estudavam as Escrituras, levava um tempão para “cair a ficha”. A conseqüência imediata é que se tornaram desanimados quanto a fé (12.3,12). Quando se está desanimado, não há interesse em estudar a Bíblia, e até do que se sabe, começa a se duvidar.

Uma outra atitude que havia alcançado estes cristãos, era a perda do costume de se reunirem como “corpo de Cristo” para a comunhão de uns com os outros (10.25). Assim agimos nós, também. Encontramos uma série de desculpas para não participar de nada. Outras atividades ganham prioridade.

O argumento mais comum é a falta de tempo. Quando isto acontece, um perigo terrível ronda nossa vida espiritual. Corremos o risco de nos tornarmos apáticos na fé e vítimas fáceis de novos ensinamentos, que desvirtuam a Palavra de Deus, interpretando-a como melhor nos convém. A situação havia chegado a tal ponto, que pessoas, conhecedoras da graça de Deus, estavam pensando, seriamente, em abandonar a fé em Cristo. O risco que corriam, era extremamente perigoso. Uma vez, renegando a fé em Cristo, não havia mais nada a fazer por elas, a não ser aguardar o julgamento de Deus.

Quem, um dia, conheceu a Cristo de maneira pessoal, tomou uma decisão de andar com Ele, mas, por quaisquer razões, tem se descuidado de seu relacionamento com Deus, precisa rever, com urgência esta situação. Voltar a prática da vida cristã, sem distorções, é a melhor decisão para hoje.

Se os sintomas não desaparecerem, procure imediatamente ajuda espiritual.

Que luxo!

LEITURA: Salmo 73.1-28

“Pois tive inveja dos arrogantes quando vi a prosperidade desses ímpios” (SI 73.3).

A confissão de Asafe, autor deste salmo, é impressionante. Corajosamente descreve a inveja que sentiu dos homens que não conheciam a Deus. Quis ser como eles. Quase tropeçou na vida espiritual. Mas, lendo o relato de Asafe, quem não teria inveja? Eles prosperam financeiramente. Têm o carro do ano, dinheiro sobrando para gastar no que o coração pedir (v. 3). Já pensou não ter problemas financeiros, nem se preocupar quando o mês vai terminando?

Não passam por sofrimentos. Sempre sorrindo e de bem com a vida. Nada os perturba. Possuem o corpo saudável e forte. São atletas. Modelos. Não têm problemas de saúde e são admirados pela beleza. São sucesso em todo lugar (v. 4,5). Porém, nem tudo são flores na vida desses semideuses. Por causa do sucesso, o orgulho lhes serve de colar (v. 6). No Brasil, dizemos — “colocar uma melancia no pescoço, só para aparecer”. A violência está presente e quantos não morreram por ela? São orgulhosos, arrogantes, zombadores e de caráter duvidoso. Ótimos de discursos e parecem ter a solução dos problemas (v. 9). Cada dia ficam mais ricos e mais poderosos (v. 12).

Quando nos sentirmos assim, duvidando se vale a pena ser cristão, basta olhar para Deus e ver o fim deles (destruição, ruína, desilusão e medo (v. 17-22) A fé em Jesus e a confiança que Ele supre nossas necessidades, são motivos de alegria. Podemos não ter o sucesso, nem o visual dos famosos, mas temos a promessa de socorro do Pai. Nosso tesouro não é daqui, mas lá onde Ele habita. De fato, temos todos os motivos para sermos felizes!

O sucesso dos poderosos representa o seu próprio fracasso.

Mão de Obra

Leitura: Mateus 20.1-16

“Amigo, não estou sendo injusto com você… Receba o que é seu e vá” (Mt 20,13-14).

Desde a Revolução Industrial, iniciada no século 18, quando a produção artesanal foi substituída pela fábrica, discute-se a questão salarial. O dilema tem sido definir o que é justo em termos salariais. Nesta parábola de Jesus, o proprietário saiu cedo e contratou trabalhadores para a vinha. Mais tarde, às nove horas, contratou outros. Saiu ao meio dia e às três da tarde, novamente contratando mais empregados.

No fim do dia fez o pagamento. Todos receberam um denário, uma moeda romana da época. Nos dias de Jesus este era o valor da jornada diária. Os que trabalharam mais tempo, desde cedo, reclamaram. A argumentação do dono foi de que receberam exatamente o combinado. Logo, não havia injustiça, mas demonstração de generosidade do proprietário para os demais. Não é assim que sentimos quando pensamos nos anos de ministério na obra de Deus?

Alguns dedicaram a vida ao Senhor desde a adolescência. Outros, depois de idosos. Ambos serão galardoados? Há aqueles que gastaram a vida na prática de pecados, mas antes de morrer, se arrependeram e reconheceram a necessidade de Cristo como o Salvador. Deus deveria salvá-los? Talvez seria “mais justo” deixá-los morrer em seus pecados. A mágoa com Deus pode ser uma dificuldade na vida do cristão. Quando avaliarmos o Reino de Deus conforme a CLT, podemos ser levados a pensar que Deus é injusto e paga a cada um sem critérios.

Jesus quis demonstrar que a graça de Deus, estendida a todos, independe da quantidade de nossas horas trabalhadas. Ninguém merece coisa alguma. Tudo é a graça de Deus.

A graça de Deus não é medida pelo quanto fazemos, mas pelo que Ele já fez.

➡️ Marcha a ré

Leitura: Êxodo 13.17-22

“Se eles se defrontarem com a guerra, talvez se arrependam e voltem para o Egito” (Êx 13.17).

Moisés tirou o povo do Egito e a viagem apenas começava. A expectativa era grande. Depois de 400 anos de cativeiro, uma verdadeira queda-de-braço com o Faraó, e o povo estava livre rumo à Terra Prometida. Deus cumprira sua promessa de libertação. Quando saíram, não os guiou pelo caminho mais curto passando pela terra dos filisteus. Deram a volta pelo deserto seguindo o caminho que leva ao Mar Vermelho. Deus disse “Se eles se defrontarem com a guerra, talvez se arrependam e voltem para o Egito” (13.17). Os filisteus, povo guerreiro e forte, representavam uma ameaça aos hebreus.

Deus sabe que desejamos Suas bênçãos, mas nem sempre estamos dispostos a arcar com as consequências de Sua companhia. Somos capazes de “sentir saudades do Egito” do que enfrentar as dificuldades, desejando voltar à nossa vida velha do que seguir em frente para a Terra Prometida. Andar com Deus implica em enfrentar inimigos à nossa frente, transpor desafios, vencer barreiras. Quantos não sofrem por causa de Cristo? Quem sabe, a esposa que lida com seu marido não-cristão; profissionais preteridos em suas atividades por recusarem participar de negócios ilícitos; jovens que recusam andar de acordo com a filosofia do mundo e são ridicularizados por isto?

Desistir da fé é a pior decisão. Quem anda com Deus não pode pensar em desistir. Jesus disse “Ninguém que põe a mão no arado e olha para trás é apto para o Reino de Deus” (Lc 9.62). A ordem é seguir em frente. Confiar em Deus e olhar para a frente. Afinal, a Terra Prometida está na frente e não atrás.

As dificuldades na vida cristã são exercícios de fortalecimento espiritual.

➡️ Problemas

LEITURA: Daniel 5.1-30

“Como é feliz…” (Sl 1).

Como anda seu peso? Tentando emagrecer como “todo mundo”? Tentando ganhar peso sem conseguir? Isso é mais raro, e pode ser sinal de doença. Parece que esse foi o caso do rei Belsazar: era leve demais e se deu mal. Como? Antigamente o dinheiro valia seu peso em ouro ou prata, e Deus deu entender ao rei que ele era como uma moeda falsa que, ao ser pesada, não valia nada. Às vezes coisas leves são levadas pelo vento.

No beneficiamento de cereais: descascam-se os grãos de trigo e depois joga-se a mistura de grãos e cascas numa corrente de ar. O vento arrasta as cascas, e os grãos, mais pesados (e valiosos), são retidos. O Salmo 1 fala que “o ímpio” é como a palha que o vento leva. A Bíblia chama de ímpio a pessoa que não se importa com Deus, caso do rei Belsazar. Quando Deus não comanda nossa vida, ela perde a substância, fica leve como palha e se perde por aí. Deus fala conosco por meio do Espírito Santo, que a Bíblia também compara com o vento.

Quando esse vento sopra em nós, quer soprar para longe tudo o que não presta, e deixar só o que tem valor para Deus. A tragédia de Belsazar foi ser tão vazio que foi soprado junto, de modo que não sobrou nada. E então? Como anda o seu peso? Se você perceber que precisa ganhar peso espiritual para ter valor, aqui vai um bom cardápio: “Quando as tuas palavras foram encontradas, eu as comi; elas são a minha alegria e o meu júbilo, pois pertenço a ti, Senhor Deus dos Exércitos” (Jr 15.16).

A bolha de sabão é bonita, brilhante, leve e… vazia.

➡️ Segredo de Guerra

Leitura: Gênesis 39.1-10

“…ele se recusava a deitar-se com ela e evitava ficar perto dela” (Gn 39.10).

Como vencer as tentações? Preocupação importante de quem tem compromisso com Deus. As tentações são armadilhas espirituais de Satanás para derrubar os filhos de Deus. Seu interesse é que, como cristãos, tropecemos e interrompamos a comunhão com Deus. José, foi um homem de Deus que passou por terrível tentação. Era filho de Jacó e Raquel. De forma aterradora José foi parar no Egito, vendido como escravo a um grupo de ismaelitas pelos próprios irmãos. Mais tarde, foi comprado por Potifar, um egípcio importante, oficial do rei. José te-ria todas as razões do mundo para ser revoltado com Deus.

Longe da família, fora vendido duas vezes, como uma mercadoria e ainda teve que assumir responsabilidades de peso diante de Potifar. Todavia, José se mantinha fiel ao Senhor. A esposa de Potifar era bonita e, pelo jeito, gostava de provocar José, insinuando-se a ele. Tentação como assédio sexual. Mas, isso seria pecado contra Deus, além de representar quebra de confiança. Então, José resistiu.

Como fez isto? Orou para a tentação ir embora? Cantou um hino para ocupar sua mente? Não! Primeiro, recusou-se a deitar com ela. Isto é “decisão”. Depois, José evitava ficar perto dela. Isto é “ação”. Estas atitudes levaram José vencer a tentação e ser vitorioso na vida. Assim nós também, podemos vencer a tentação, pronunciando a palavra-chave “não”. A outra atitude é evitar o local onde a tentação se materializa. Evite desafiar a si mesmo, frequentando os locais onde o perigo é maior.

Hoje, Cristo nos oferece Sua força para nos ajudar a vencer. A vitória conquistada a cada dia, nos fortalecerá na fé.

As guerras são vencidas ganhando-se um combate de cada vez.

Sonda-me, oh Deus – Oração para dormir tranquilo

LEITURA: 1 Samuel 13.1-15

“O que você fez?” (1 Sm 13.11).

Todos os dias decidimos — motivados pela nossa vontade, da família, dos amigos ou questão profissional. Mas, o que dizer quando Deus declara a vontade dele? “Obedecer”, é a resposta. Mas, nem sempre isto acontece. Por quê?

Um caso do rei Saul é parte da resposta. Ele havia sido ungido rei de Israel. Samuel, o “porta-voz” de Deus (profeta) instruía Saul, dizendo tudo o que deveria fazer. Uma dessas instruções, dizia respeito aos filisteus, inimigos de Israel. Samuel orientou que Saul fosse até Gilgal e esperasse sete dias por ele, para, juntos naquele local, adorar ao Senhor (1 Sm 10.8).

Então, Saul mandou Jônatas atacar os destacamentos dos filisteus em Gibeá e foi para Gilgal, encontrar-se com Samuel. Os filisteus reuniram um enorme exército para guerrear contra Israel. Saul chegou em Gilgal e viu a força inimiga. Ficou aterrorizado. Cumprido os sete dias, sem que Samuel chegasse, Saul ordenou que um sacrifício fosse oferecido ao Senhor. Quando terminou, Samuel chegou e sua pergunta foi fatal: “O que você fez?” Saul explicou que foi o medo que caiu sobre ele e seus soldados. Por causa desta falta de confiança em Deus, Saul perdeu seu reinado.

O medo pode nos levar a desobedecer a Deus — medo do que está à nossa volta, do que poderá acontecer; das probabilidades de perda. Outro elemento que trabalhou contra Saul foi o prazo. Saul confiou no prazo de sete dias, não na Palavra de Deus. Quando o prazo acabou, o medo desencadeou a precipitação.

Nada pode substituir nossa confiança em Deus. Deve ser’reforçada, continuamente. Confiando em Deus, pela fé, podemos obedecê-Lo e nos livrarmos de decisões precipitadas.

A melhor decisão é baseada na Palavra de Deus.

Veja o louvor abaixo e medite no que acabou de ler.

 

Andar Faz Bem!

Leitura: Filipenses 3.12-21

‘Tão-somente vivamos de acordo com o que já alcançamos” (Fp 3.16).

Qual é a vontade de Deus para minha vida? Muitos perguntam sobre a vontade de Deus. Como conhecê-la? Há livros tratando detalhadamente disto. Alguns, buscam conselhos, pedem orações, e matriculam-se em todos os cursos bíblicos possíveis. Isto é bom!

Um princípio bíblico sobre a vontade de Deus pode ser resumido na palavra “coerência”.

Paulo aconselhou aos cristãos de Filipos que considerassem isto. Primeiro, Paulo usa a expressão “todos nós que alcançamos a maturidade” (Fp 3.15) colocando-se no mesmo nível daqueles irmãos. Sim, é possível alcançar a maturidade espiritual, o devido fortalecimento da fé, o discernimento espiritual, a capacidade de resistir as ciladas do inimigo. Olhar sempre para a frente, sem viver de bênçãos passadas, é atitude de pessoas maduras (3.14).

Em seguida, Paulo apresenta o quanto devemos ser “coerentes”, vivendo de acordo com o já alcançado. Cada um deve praticar o que aprendeu com o Senhor. Nada mais, nada menos. Não faz sentido aplicar algo em nossa vida, somente porque vimos na vida do outro. Nem todos têm o mesmo grau de entendimento, embora todos possam ser maduros.

A vontade de Deus é — cada um, viva a vida cristã de acordo com o que já alcançou. Um passo de cada vez e sempre. Paulo estabeleceu este alvo para os colossenses: “Esforço-me para que eles sejam fortalecidos em seu coração, estejam unidos em amor e alcancem toda a riqueza do pleno entendimento, a fim de conhecerem plenamente o mistério de Deus, a saber, Cristo” (Cl 2.2).

A Bíblia fala sempre em andar (não correr) com Deus. Então, não tenha pressa. Porém, não pare. Ande com Ele a cada dia.

Quem deseja ter perfeita saúde espiritual, recomenda-se andar com Deus.