Violência familiar

“Ensine-as com persistência a seus filhos” (Dt. 6.7).

Ultimamente as notícias de filhos assassinando os pais estão nos noticiários semanais. Embora seja trágico, percebemos que a violência está fazendo parte do relacionamento familiar. As disputas entre pais, filhos e irmãos estão chegando à violência para resolver suas diferenças. Mas na verdade muitos filhos aprenderam com os pais a reagirem com violência, sem se importarem a quem estejam atingindo!

É através do estilo de vida que os pais ensinam os filhos a agirem, reagirem e a viverem. Certo pai cometeu uma pequena desonestidade comprando num mercado. Depois olhou para o filho e os dois sorriram. Quem poderá ensinar esta criança a ser honesta e justa? A responsabilidade do ensino existe porque Deus a atribui aos pais. “Instrua a criança segundo os objetivos que você tem para ela, e mesmo com o passar dos anos não se desviará deles” (Pv 22.6).

Esta ordem de Deus visa o benefício da criança, com os pais ensinando-lhes as virtudes divinas. Se os pais, na prática do dia a dia, ensinarem o contrário, elas produzirão frutos amargos para elas mesmas, para os pais e para os que estiverem ao seu redor. Os seus filhos estão observando e registrando todas as suas atitudes! Até os seus gestos! E eles vão colocar em prática tudo o que aprenderam com você.

Os pais têm usado o padrão de Deus para dirigir a vida da família? Tem usado da esperteza ou da justiça nas suas compras ou negócios? Se alegram com a injustiça; elogiam e invejam os desonestos? Costumam exaltar a violência e a usam para resolver diferenças familiares? São nestas situações, às vezes tão comuns, que os pais ensinarão aos filhos a formarem bons hábitos e a viverem no bom caminho. A Bíblia diz que, mesmo adultos, eles se lembrarão disto.

Os pais são os fornecedores da matéria prima para o caráter dos filhos.

Gratidão

“Façam-no em nome do Senhor Jesus… com gratidão a Deus” (Cl 3.16-17).

Certo engenheiro, verificando uma construção, no alto do prédio, escorregou e caiu. Um dos trabalhadores tentando segurá-lo, teve seus braços deslocados pelo peso do corpo do engenheiro, e ainda quebrou as costelas, entortou a coluna, tornando-se aleijado. Mas o engenheiro foi salvo!

Perguntaram ao trabalhador se havia sido recompensado pelo engenheiro, ao que ele respondeu: “Bem…ele me deu a metade dos seus investimentos, me transfere metade do seu salário e não me deixa faltar nada. Ele é profundamente grato”. Sim, a verdadeira gratidão só pode ser demonstrada quando oferecemos o que temos de mais precioso.

Boa parte dos cristãos já se esqueceu que uma pessoa especial foi moída pelas suas iniquidades, foi traspassado pelas suas transgressões, morrendo por causa da iniquidade de todos nós (Is 53). Alguém foi morto em seu lugar, a seu favor! Não seria pois, justo e correto você viver para aquele que morreu e ressuscitou por você? Você é realmente grato a Jesus Cristo? Como você expressa o valor da sua gratidão? O que você tem oferecido a Deus como gratidão pela salvação gratuita em Jesus Cristo?

Expresse a sua gratidão oferecendo a Deus tudo aquilo que Ele lhe tem dado. Olhe à sua volta. Verifique como poderia ser útil, comunicando a Palavra de Deus, cooperando para o bem do próximo, testemunhando por meio de suas atitudes, sendo o melhor profissional possível, deixando claro que sua vida pertence a Deus.

Não caia no pecado da ingratidão. Em suas realizações, quer na família ou na empresa, dê o devido crédito a Deus. Ele nos abençoa com toda sorte de bênçãos. Acostume-se a dar graças a Deus, por Seu grande amor.

A gratidão faz mais sentido quando é expressa em atitudes.

Eu, sovina?

“…em sua ganância, amaldiçoa e insulta o Senhor…não há lugar para Deus em nenhum dos seus pla-nos” (S110.3-4)

Em uma das vezes que Jesus usou a palavra “não”, foi contra a avareza. Para que não haja confusão, podemos diferenciar o sovina, também chamado de avarento, de uma pessoa econômica, comedida em seus gastos e boa administradora. O avarento não é somente quem economiza de forma tão absurda a ponto de se privar de comodidades. O avarento é a pessoa obcecada em ganhar mais e mais. Ele desconhece a alegria, a satisfação, pois só tem um propósito na vida: ganhar cada vez mais e obter vantagens, mesmo que seja através da injustiça ou… até da violência.

A fé em Jesus é incompatível com a avareza, porque a fé implica em dependência de Deus. O avarento só consegue depender dos bens que possui. Daí a necessidade de obter cada vez mais. Quando Jesus ilustrou a avareza contando a história do rico insensato, Ele nos deu a seguinte advertência: “Cuidado! Fiquem de sobreaviso contra todo tipo de ganância; a vida de um homem não consiste na quantidade dos seus bens” (Lc 12).

A avareza é idolatria! O avarento se torna escravo do dinheiro, e precisa servi-lo com extrema fidelidade, pois o dinheiro é um deus que não perdoa erros. A avareza, isto é, o desejo contínuo de ganhar cada vez mais, conduz a pessoa à loucura. A ordem para você não ser avarento é: “submeta-se a Jesus Cristo, guarde o seu coração da ansiedade e receba de Deus a verdadeira vida.” Lembre-se: mesmo que você ganhe muito dinheiro, se a sua vida não depender de Deus, você está morto. Fuja da avareza!

Usamos o dinheiro para viver, mas não vivemos para o dinheiro.

Grafite

“Nós amamos por que ele nos amou primeiro” (1Jo 4.19).

Não há cidade grande que escape das pichações. Talvez, até as menores. Você já reparou quantas declarações, inclusive de amor, estão escritas nos muros, nos prédios, fachadas e até nos monumentos da cidade? Que sujeira! Tem gente que acha que essa pixação é arte, é amor! Será que o verdadeiro amor, que é o desejo de compromisso e de fidelidade a uma pessoa, causa danos aos outros? As declarações podem até ser bonitas, mas revelam uma atitude satânica! É isto mesmo! Porque causar danos aos outros, para conseguir o que se deseja é o que caracteriza o Príncipe das Trevas.

O verdadeiro amor é demonstrado na responsabilidade de assumir os custos de suas afirmações e ações. É esta a atitude que caracteriza Deus. Ele demonstrou seu amor dando seu filho, Jesus Cristo a nosso favor, e assumindo, Ele mesmo, os custos do seu amor. Deus confirma seu amor através do próprio sacrifício e não do sacrifício dos outros. É por essa razão que Bíblia sempre põe em evidência o amor de Deus afirmando: “Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas que em que ele nos amou e enviou seu Filho como propiciação pelos nossos pecados” (l Jo 4.10).

É essa generosidade do amor de Deus, que nos dá gratuitamente o perdão, a vida eterna e um novo e eterno relacionamento. Esta prova de amor foi escrita com o próprio sangue de seu Filho Jesus Cristo. Ninguém pode afirmar que o amor de Deus por nós não lhe custa nada. Quando você crê e aceita Seu amor está declarando a Deus, a mesma coisa que o apóstolo João declarou: “nós amamos a Deus porque Ele nos amou primeiro” (lJo 4.19). Você precisa desse amor!

Que todos saibam, com todas as letras e cores, que Deus é amor.

Casca Grossa!

“Ele é um homem tão mau que ninguém consegue conversar com ele” (ISm 25.17).

Há diversos tipos de marido, mas igual a Nabal, tomara que estejam em extinção. Nabal era casado com Abigail. Eles moravam na cidade de Carmelo e Nabal tinha muito dinheiro. Abigail era uma mulher inteligente e bonita. Seu marido era rude e mau. Como uma mulher inteligente foi arrumar um marido assim? O problema é que Nabal não era apenas rude. Ele era intratável.

Inteligência não era o forte de Nabal. Seu nome, no hebraico, quer dizer “tolo”. Como um homem tolo foi conseguir uma esposa inteligente? Davi estava prestes a se tornar rei, e tinha ido para o deserto de Maom. Lá, encontrou os homens de Nabal tosquiando as ovelhas. Davi garantiu o bem-estar deles. Mais tarde, Davi precisou de ajuda e resolveu recorrer a Nabal, na esperança que ele devolvesse a gentileza.

Quando os mensageiros foram até Nabal, ele agiu como de costume. Foi rude, insensível e mal educado. Desconhecia esse tal Davi, nem lhe daria coisa alguma. (25.10). Nabal não tinha idéia com quem estava lidando.Regressando os mensageiros, Davi preparou 400 soldados e foi fazer sua apresentação a Nabal, pessoalmente. Um dos servos de Nabal foi até Abigail e contou como Davi os havia protegido e agora vinha para a vingança.

Então, Abigail preparou toda a alimentação necessária e enviou a Davi, sem Nabal saber. Encontrou a Davi e pediu desculpas em nome dela e intercedeu por Nabal e todos os seus servos. Abigail era temente a Deus. Enquanto Abigail salvava toda sua casa, Nabal estava bêbado, em casa, dando uma festa. Quando soube o que ocorreu, teve um ataque cardíaco e morreu.

Hoje, ainda há vários casais tipo Abigail e Nabal. É difícil um lar assim. Porém, o bom senso, a sabedoria e testemunho cristão, podem salvar a todos. Confie em Deus!

Deus sabe como lidar com os maridos e com as esposas.

Movido a medo

“Mas Jesus imediatamente lhes disse: Coragem! Sou eu. Não tenham medo!” (Mt 14.27).

Quando você está com medo, certamente o mínimo que faz é orar a Deus. Bem, certamente Ele ouvirá sua oração, mas o que Deus realmente espera, é que você não ore estimulado pelo medo, mas sim pela confiança. Se você se aproxima de Deus pelo medo do inferno, medo provocado pela culpa ou porque está com medo da situação que tem que enfrentar, você perde a oportunidade de conhecer a Deus!

Além disso, nenhum relacionamento, com Deus ou com outras pessoas, baseado no medo, tem condições de crescer! Se você está pensando: “Mas eu tenho temor de Deus!” O temor de Deus, na prática, é submissão plena à vontade dele. Quem se relaciona com Deus, movido pelo medo das desgraças ou do inferno, é um cristão instável, com fé diminuta, além de ser desconfiado e ter dificuldades em aceitar ou entender a Palavra de Deus. Também por isso, esses irmãos, estão sempre pedindo para os outros orarem por ele.

Certa vez os discípulos ficaram com medo de uma tempestade. Embora Jesus estivesse com eles, disseram “Senhor, salva-nos! Vamos morrer! Ele perguntou: Por que vocês estão com tanto medo, homens de pequena fé?” (Mt 8.25-26). Embora o pedido tivesse características de uma oração, os discípulos perderam a oportunidade de exercitarem a confiança em Jesus.

Jesus Cristo é o Senhor! Ele tem o controle das situações e até das tragédias. Você deve confiar, pois Ele declarou: “O que vocês pedirem em meu nome, Eu farei” (Jo 14.14). Lembre-se o medo não procede de Deus. Não se aproxime de Deus pelo medo! Se você conhece a Jesus, certamente a sua oração deve ser baseada na confiança do amor dele por você. Não tenha medo! Confie!

O medo é uma prisão, mas o amor de Deus é liberdade e confiança.

Que vença o pior!

“..Se devo orgulhar-me, que seja nas cousas que mostram a minha fraqueza”. (2 Co 11.30).

Já viu alguém se orgulhar de suas fraquezas? Já pensou alguém, feliz, todo orgulhoso, por ter sido considerado o pior jogador de futebol, o pior pescador, o pior ator, escritor, profissional de vendas, empresário mais fracassado,… Nossa sociedade só reconhece os melhores. Fomos treinados para isto, desde a infância. Oferecemos medalhas aos campeões, bolsa de estudos aos melhores alunos, melhores oportunidades de emprego aos mais destacados, convocação dos melhores jogadores (desculpe, foi mal!); enfim, em nosso meio só há espaço para os melhores. Há países que investem pesado em atletismo, só para demonstrar superioridade sobre os demais.

Na cidade de Corinto, havia um grupo de pessoas que se autodenominaram “líderes” ou na palavra de Paulo ” super apóstolos” (2Co 11.5). Eles eram ótimos de retórica, de discurso, e sabiam como influenciar o povo. Todavia, o ensino que ministravam, nada tinha de Evangelho, nem tão pouco o testemunho cristão. Porém, se orgulhavam de serem os melhores professores de “teologia” da época. Quando eram questionados pelos cristãos sobre o que pensavam de Paulo, referiam-se a ele como apóstolo de segunda categoria.

Então, com ironia em certos trechos, Paulo escreve sua carta aos cristãos de Corinto e aproveita para deixar claro seu “curriculum vitae” para que pudessem comparar com aqueles falsos apóstolos. Para evidenciar a diferença de postura, Paulo prefere gloriar-se nas suas fraquezas, debilidades, limitações, mostrando assim, sua total dependência de Deus. Esta é a atitude mais honesta do cristão: reconhecer que nada pode fazer, por si só, mas depende da graça de Deus. Jesus disse que estaria conosco todos os dias (Mt 28.20) e que o Espírito de Deus estaria nos dirigindo, em tudo (Jo 14.25). Por isto, podemos nos gloriar em nossas fraquezas, porque Ele, o Senhor, é a nossa força.

É necessário que Ele cresça e que eu diminua.

Estrelas

“Há esperança para o teu futuro, diz o Senhor…” (Jr 31.17).

Falando sobre horóscopos, alguém disse que, na verdade, ninguém acredita, mas não custa nada dar uma olhadinha, só prá conferir. Se você acredita que o futuro de uma pessoa pode ser visto ou determinado pelas cartas, pelos búzios ou pela leitura das mãos, você está em situação difícil! E se acredita que o seu destino está escrito nas estrelas, idem! Mas se o seu destino estiver nas mãos do Deus Criador dos céus e da terra, você é uma pessoa feliz!

Por mais bonitas que sejam as estrelas elas não têm poder suficiente para manter a própria vida. Sobre Deus e as estrelas, encontramos o seguinte nas Sagradas Escrituras: “Eis que até a lua não tem brilho, e as estrelas não são puras aos olhos de Deus. Louvai a Deus sol e lua; louvai-O todas as estrelas luzentes” (Jó 25.5).

Quem colocou a vida nas mãos do Deus Criador das estrelas, pode descansar e se alegrar. Não existe na terra ou nos céus, qualquer coisa com poder para interferir no destino que Deus estabeleceu para tal pessoa. Para mostrar um aspecto do futuro que Deus estabeleceu para nós, Jesus disse: “…os justos brilharão como o sol no Reino do meu PAI.” (Mt 13.43).

O brilho das estrelas não se compara ao brilho eterno de quem é guardado pelo Deus Criador. O dia em que os justos brilharão como o sol é chamado de dia da redenção. Nesse dia, o mundo verá a eterna diferença entre o justo e o injusto, quer dizer, entre quem confiou nas estrelas e quem confiou no que o Filho de Deus, Jesus Cristo, disse. Alegre-se com o brilho das estrelas, mas alegre-se muito mais pelo Criador delas e do destino que Ele reservou para você.

Os céus declaram a glória de Deus; o firmamento proclama a obra das suas mãos (SI 19.1).

Primavera

“Peça ao Senhor chuva de primavera…” (Zc 10,1)

A falta de chuvas castigou o Brasil. O problema na área de energia foi tão forte que, o próprio Governo, contou e ainda conta com as chuvas para resolver o problema. A chuva é essencial para a vida das nações. No Antigo Testamento, os povos pagãos associavam as chuvas, poços e correntes de águas, com os baalins (deuses). Havia rituais pedindo a estes “deuses” que providenciassem água. O mesmo fenômeno encontramos no Brasil.

Há regiões como o Norte e Nordeste, onde há manifestações populares pedindo chuva a quem não pode dá-las. É triste ver o povo sofrido do sertão, colocando a esperança em seus “baalins”. O profeta Jeremias deixa claro que somente Deus, o Senhor, pode mandar as chuvas. ” Entre os ídolos inúteis das nações, existe algum que possa trazer chuva? Podem os céus, por si mesmos, produzir chuvas copiosas?” (Jr 14.22). A pregação do Evangelho é uma necessidade que se impõe às nações, tanto pelo aspecto espiritual como material.

Sem chuvas, o povo sofre. Por isto, a profecia de Zacarias era um conforto para o povo. Ele afirma:”..pois é o Senhor quem faz o trovão, quem envia a chuva aos homens e lhes dá as plantas no campo” (10.1). Deus é o Senhor sobre todas as coisas. Quando deseja, Ele suspende e envia a chuva. Isto é confirmado por Tiago, que, ao referir-se ao profeta Elias, disse “..Ele orou fervorosamente para que não chovesse, e não choveu sobre a terra sobre três anos e meio.

Orou outra vez, e os céus enviaram chuva, e a terra produziu os seus frutos” (Tg 4.17). Há uma outra terra, tão carente como o nosso chão. É a terra do coração. Sem a água viva que Jesus oferece, ela não prospera e está condenada. Mas, regada por Ele, se transforma em fonte, jorrando para a vida eterna.

Jesus transforma o deserto do coração em fonte de águas vivas.

Põe na Conta!

“Se ele o prejudicou em algo ou lhe deve alguma coisa, ponha em minha conta” (Fm 18).

Certa vez, viajando de automóvel com alguns amigos, resolvemos almoçar em um restaurante à beira da estrada. Lugar simples e agradável. Após o almoço, quando o garçom trouxe a conta, houve uma troca de ideias sobre o pagamento. Todos queriam pagar. O garçom só assistia. Então, um dos rapazes, tomou a iniciativa, chamou o garçom e lhe perguntou: — “Para o senhor, faz diferença quem paga?” — “Não, qualquer um”, disse o homem. Imediatamente, o rapaz lhe disse “Então, Deus lhe pague!”. Claro, foi uma brincadeira!

Mas, Paulo não jogou a conta para Deus, quando o assunto foi Onésimo. Filemon era um homem rico, convertido e amigo pessoal de Paulo. Ele tinha um escravo chamado Onésimo, que, provavelmente, havia fugido, após ter roubado algum dinheiro. De alguma forma, Onésimo foi parar na companhia de Paulo. Provavelmente, na prisão. Onésimo conheceu o Evangelho pelas mãos de Paulo e demonstrou total arrependimento.

Passou a servir Paulo que, constrangido, não queria retê-lo. Então, resolve devolver Onésimo a Filemon. É impressionante a atitude Paulo em relação a seu amigo Filemon, também devedor espiritual de Paulo. O apóstolo poderia, apenas, dizer a Filemon que recebesse a Onésimo, e o perdoasse por qualquer falta. Filemon, certamente, entenderia. Mas, Paulo não quis abusar do vínculo cristão que os unia. Preferiu pedir a Filemon que recebesse Onésimo, não mais como escravo, mas como irmão em Cristo. Mais ainda, Paulo assumiu uma dívida financeira com Filemon por causa de Onésimo.

A vida cristã não é apenas virtual, mas real. Nós nos envolvemos uns com os outros, sofremos, nos alegramos e assumimos compromissos, apoiando-nos mutuamente. “Filhinhos, não amemos de palavra nem de boca, mas em ação e em verdade” (l Jo 3.18) Amor, na Bíblia, é o sentimento que nos leva a fazer alguma coisa pelo outro. Ame a seu irmão!

Deus nos amou e tornou concreto seu amor, em Cristo Jesus.